Cúpula reúne líderes das sete maiores economias a partir desta segunda-feira (15); Lula participa como convidado. Nas últimas horas, o primeiro-ministro do Paquistão, mediador do conflito no Oriente Médio, anunciou que EUA e Irã estavam próximos de assinar um acordo para estender o cessar-fogo e reabrir o estreito de Hormuz —fechado há mais de cem dias, desde o início da guerra, em fevereiro. Se confirmado, seria o desenvolvimento mais significativo desde o início do conflito. Mas a guerra na Ucrânia continua sem saída, as tensões tarifárias com Washington não diminuem, e o multilateralismo enfrenta sua mais severa crise de legitimidade em décadas. No centro de quase todas essas tensões, como de costume, está Donald Trump. O otimismo com o Oriente Médio deve ser temperado pela história recente —e pelos acontecimentos das últimas horas. Mesmo após o anúncio paquistanês, Israel voltou a bombardear Beirute, e o Irã responsabilizou Washington por não conter os israelenses, afirmando que os EUA "carecem de vontade para cumprir suas obrigações". O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.