Futuros de NY abrem estáveis e petróleo sobe levemente com tensões no Oriente Médio
Confrontos no Oriente Médio podem complicar ainda mais as já travadas negociações entre Washington e Teerã. O petróleo abriu em leve alta nas negociações do domingo, enquanto os investidores avaliavam os novos ataques de Israel ao Líbano e a possibilidade de novas sanções dos Estados Unidos ao Irã antes do término formal do cessar-fogo entre os dois países, previsto para ocorrer nesta segunda-feira. O petróleo Brent, referência global, avançava 0,5% no início das negociações na Ásia, enquanto o dólar operava praticamente estável frente às principais moedas. Os contratos futuros do S&P 500 também mostravam pouca variação, após o índice à vista recuar 0,2% na sexta-feira. Os futuros de Dow Jones operavam estáveis, mas os da Nasdaq subiam 0,12% nas primeiras negociações. O início moderado das negociações ocorre após Israel informar, no domingo, que matou 11 pessoas, incluindo um comandante sênior do Hezbollah, em ataques realizados no sul do Líbano no dia anterior, os mais letais desde que as partes concordaram com um cessar-fogo no início de junho. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou que a ação foi uma retaliação a um ataque do Hezbollah que deixou três soldados feridos no sábado. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
Este assunto faz parte da cobertura de Economia. Para aprofundar a navegação, explore também as editorias conectadas abaixo e leia mais matérias relacionadas ao tema.

Publicidade · Compra direta
Conheça empreendimentos de alto padrão em Meia Praia, Itapema, fale direto com a Koch Construtora e receba atendimento comercial pelo WhatsApp.
Quero comprar com a construtora
Fonte: InfoMoney