Fundos soberanos já administram US$ 16 trilhões e FMI dá dicas de governança
Segundo o FMI, apesar de esses veículos de investimentos terem sido criados para agilizar aportes do patrimônio público no longo prazo, sua diversificação atual pode representar. Representação de diversificação de ativos com dólares e representações físicas de Bitcoin e criptoativos (Foto: Pexels / David McBee) Publicidade. Os fundos soberanos tornaram-se alguns dos atores mais poderosos nas finanças globais nas últimas décadas, administrando hoje mais de US$ 16 trilhões em ativos totais, ante cerca de US$ 3 trilhões em 2008. Segundo o FMI, apesar de esses veículos de investimentos terem sido criados para agilizar aportes do patrimônio público no longo prazo, sua diversificação atual pode representar vulnerabilidades críticas. “À medida que os fundos cresceram, seus mandatos se expandiram rapidamente além de proteger orçamentos governamentais e gerir economias intergeracionais, passando a funções tão diversas quanto construir infraestrutura e implementar políticas sociais e industriais. A crescente fragmentação geopolítica intensificou o apelo desses fundos, à medida que os países buscam ser mais autossuficientes”, comentou Yan Liu, conselheira e diretor do Departamento Jurídico do Fundo Monetário Internacional, no blog da instituição. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney