A utilização dessas estruturas se tornou frequente no universo dos FIIs nos últimos anos e já aparece em alguns dos principais fundos do mercado. Os chamados fundos “casca” — estruturas criadas dentro de fundos imobiliários para concentrar ativos, operações ou resultados específicos — vêm ganhando espaço no mercado. Embora o modelo desperte dúvidas entre investidores, especialistas defendem que a ferramenta pode trazer ganhos de eficiência financeira, facilitar aquisições e contribuir para uma distribuição mais previsível de rendimentos, desde que seja acompanhada de transparência por parte dos gestores. Segundo Danilo Barbosa, head de Research do Clube FII, a utilização dessas estruturas se tornou mais frequente nos últimos anos e já aparece em alguns dos principais fundos do mercado. Para ele, o conceito não deve ser encarado como um problema, mas como um instrumento de gestão. “Eu sou muito a favor dessas cascas, claro, se tem essa transparência, se o gestor traz isso dentro do relatório, se ele coloca efetivamente isso num balanço conjunto no final, faz uma conciliação e é facilmente observado pelo cotista”, afirma. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.