Investigação identificou sonegação de R$ 3,8 bilhões aos cofres paulistas em autos já lavrados. A investigação, que resultou na Operação Distrato, começou em setembro de 2025 e, até agora, identificou uma sonegação de R$ 3,8 bilhões aos cofres paulistas em autos de infração já lavrados. Segundo os investigadores, o esquema continuava em funcionamento até esta terça-feira (14), véspera da operação que cumpriu mandados de busca e apreensão. Até o momento, não houve pedido de prisão. A estrutura do esquema, segundo o MP-SP, era formada por escritórios de advocacia, consultorias e intermediadores. Eles captavam empresas interessadas em reduzir a carga tributária, elaboravam contratos, produziam pareceres jurídicos e orientavam o uso de créditos de ICMS que, na prática, não existiam. Esses créditos eram atribuídos a empresas sem atividade operacional ou a pessoas jurídicas usadas apenas como "bolsões de crédito", segundo os investigadores. Entre os três núcleos apontados como operadores centrais da estrutura que comercializava créditos tributários sem lastro para grandes empresas está o escritório de advocacia de Nelson Wilians. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.