O atacante Mbappé marcou duas vezes, chegou a 13 gols em Mundiais, superando Pelé (12). O terceiro gol dos Blues (Os Azuis) foi de Bradley Barcola e Ibrahim Mbaye descontou para. No primeiro tempo a seleção africana quase abriu o placar em um lance de Nicolas Jackson. A jogada começou com El Hadji Malick Diouf que avançou pelo lado esquerdo e alcançou Jackson à frente. O atacante do Bayern de Munique se livrou da marcação e chutou para o gol. A bola não entrou por pouco, depois de uma defesa atrapalhada do goleiro francês Mike Maignan. A pressão senegalesa continuou, apesar das invertidas da França, repleta de jogadores de ascendência africana. Com uma constelação de talentos em campo, incluindo Kylian Mbappé, a equipe Les Blues perdeu lances importantes e parou diante da da defesa senegalesa, sem conseguir finalizar. Aos 40 minutos, o árbitro Alireza Faghani, iraniano naturalizado australiano, deixou passar uma falta em favor do time senegalês, contra Ismaïla Sarr, que caiu no campo do adversário. A sinalização era de que o juiz não apitaria eventuais trombadas. Em seguida, Faghani também não marcou uma jogada controversa, contra Mbappé, na área senegalesa, que poderia ter sido pênalti. O lance foi revisado pelo VAR (árbitro assistente de vídeo), mas Faghani não alterou sua decisão, mandou o jogo seguir e marcou tiro de meta. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.