França promulga lei que cria direito à ajuda para morrer após quatro anos de debates
Medida prevê, prioritariamente, que a própria pessoa administre a substância letal na presença de um médico. A lei havia sido validada na semana passada pelo Conselho Constitucional, que concluiu que o texto não viola a Constituição francesa. Macron classificou a decisão como o desfecho de um "debate democrático exemplar". A nova legislação cria, sob condições rigorosas, o direito à assistência para morrer para determinados pacientes. O texto utiliza a expressão "aide à mourir" ("ajuda para morrer"), uma categoria jurídica própria que pode abranger tanto situações de suicídio assistido como casos em que a substância letal é administrada por um profissional de saúde, dependendo das condições físicas do paciente. O procedimento prevê, prioritariamente, que a própria pessoa administre a substância letal na presença de um profissional de saúde. Apenas nos casos em que o paciente não tiver condições físicas de realizar o ato é que um médico ou enfermeiro poderá dar assistência para a aplicação da substância. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo