Objeto com massa próxima à de Júpiter orbita uma anã marrom e desafia os limites das classificações usadas para definir planetas e luas. ?? Editar perfil Meu Olhar Sair Clube Olhar Digital Assine Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Guia de Compras Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Guia de Compras Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Clube Olhar Digital Assine Ciência e Espaço Exploração Espacial FOTO: uma lua gigante pode ter sido descoberta pela primeira vez fora do Sistema Solar Objeto com massa próxima à de Júpiter orbita uma anã marrom e desafia os limites das classificações usadas para definir planetas e luas Wagner Edwards 22/07/2026 13:02 Prefira o OD no Google Representação artística do sistema CD-35 2722 destaca o possível exossatélite, um corpo com características semelhantes às de uma lua que orbita uma anã marrom. - — Foto: ESO/M. Kornmesser Compartilhe: Prefira o OD no Google Um grupo internacional de astrônomos encontrou sinais de um possível satélite natural fora do Sistema Solar em um sistema formado por uma estrela, uma anã marrom e um objeto com massa próxima à de Júpiter. A descoberta foi apresentada em estudo publicado nesta quarta-feira (22) na revista científica Nature. A investigação identificou que o corpo celeste orbita a anã marrom CD-35 2722 B, que por sua vez se move ao redor de uma estrela com cerca de metade da massa do Sol. As observações foram realizadas entre outubro de 2023 e fevereiro de 2026 com o Very Large Telescope (VLT), no Chile. O possível exossatélite não foi observado diretamente. Sua existência foi indicada pelas alterações no movimento da anã marrom provocadas pela atração gravitacional do objeto, cujo ciclo orbital identificado pelos pesquisadores dura aproximadamente 170 dias. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.