Fóssil de ave pré-histórica de 121 milhões de anos intrigou cientistas por ter enormes penas ornamentais na cauda. ?? Editar perfil Meu Olhar Sair Clube Olhar Digital Assine Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Guia de Compras Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Guia de Compras Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Clube Olhar Digital Assine Biologia Ciência e Espaço Fóssil de “dragão de penas” de 121 milhões de anos revela nova espécie de ave Fóssil de ave pré-histórica de 121 milhões de anos intrigou cientistas por ter enormes penas ornamentais na cauda Flavia Correia 28/05/2026 12:04 Cientista utiliza um espectrômetro de massa portátil para analisar a composição química do fóssil do "dragão de penas". No detalhe, a representação artística de como era o animal de 121 milhões de anos. - Créditos: Alex Clark e Ville Sinkkonen (ilustração) Compartilhe: Um estudo publicado nesta quarta-feira (27) na revista PLOS One relata a descoberta de uma nova espécie de ave pré-histórica que viveu há cerca de 121 milhões de anos. O animal recebeu o nome de Plumadraco bankoorum e chamou a atenção dos cientistas por apresentar penas de cauda enormes e ornamentadas, provavelmente usadas para atrair parceiros para acasalamento. A espécie fazia parte dos enantiornítinos, um grupo extinto de aves que viveu durante o período Cretáceo. Esses animais desapareceram junto com os dinossauros após o impacto do asteroide que atingiu a Terra há cerca de 66 milhões de anos. Os fósseis ajudam os pesquisadores a entender como as aves modernas evoluíram ao longo do tempo. O exemplar encontrado tinha apenas 15 centímetros de comprimento do bico até a parte traseira do corpo. Mesmo pequeno, possuía duas penas de cauda que chegavam a aproximadamente 30 centímetros, o dobro do tamanho do animal. Segundo os pesquisadores, essa é uma das maiores proporções de penas já registradas em fósseis de aves. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.