Três pessoas foram conduzidas na madrugada, mas apenas duas continuam sendo averiguadas. Pimentel, como é chamado na corporação, é irmão de Eloá Pimentel, morta pelo ex-namorado em 2008, em caso que chocou o país. Ele pertence ao 1° Batalhão de Polícia de Choque, a Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar), considerada uma tropa de elite da corporação paulista. Segundo Nico, a investigação segue em andamento e a responsabilização dos dois homens dependerá das provas reunidas pela força-tarefa. "Tudo depende de provas, a gente tem que colocar a pessoa no cenário", afirmou. O secretário disse ainda que policiais civis e militares trabalham desde o momento do atentado para identificar todos os envolvidos. "O governador acabou de ligar. Ele quer resolver, eu também quero. Eu quero pegar essas pessoas e levá-las à Justiça", declarou. Ao lado do secretário, o chefe do Centro de Comunicação Social da Polícia Militar de São Paulo, coronel Ivan Gonzaga, afirmou que o ataque provocou indignação na corporação e classificou o atentado como "uma agressão ao Estado". No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.