Fundador explica como a startup criou um modelo que reduz desperdício e gera receita para parceiros. Todo empreendedor procura um problema grande para resolver. Lucas Infante encontrou o dele dentro de padarias, supermercados e restaurantes. Enquanto administrava uma franquia do Carrefour Express, na Espanha, Infante se deparou com alimentos próprios para consumo sendo descartados diariamente porque não encontravam compradores a tempo. Foi dessa indignação com o desperdício de comida e também de dinheiro, que em 2021 nasceu em a Food To Save. A startup conecta consumidores a estabelecimentos de alimentação com produtos excedentes vendidos por meio das chamadas “sacolas surpresa”. O modelo, criado durante a pandemia, transformou um custo para o varejo em uma nova fonte de receita e levou a empresa a faturar mais de R$ 160 milhões em 2025, com expectativa de ultrapassar R$ 200 milhões em 2026. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.