Publicações do senador durante a crise de 2025 tinham como alvo Moraes, Supremo e julgamento de Bolsonaro; agora, estratégia é focar no presidente para evitar monopólio da. O senador e pré-candidato à presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Foto: Saulo Cruz/Agência Senado Publicidade. Ao reagir à nova proposta dos Estados Unidos para impor tarifas de 25% sobre produtos brasileiros, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) adotou uma estratégia diferente daquela utilizada durante a crise comercial de 2025. Se no ano passado suas manifestações associavam as sanções americanas à atuação do Supremo Tribunal Federal (STF), do ministro Alexandre de Moraes e ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro pela trama golpista, agora o presidenciável tem concentrado seus ataques no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e buscado reforçar o discurso ligado à soberania nacional e à defesa das empresas brasileiras. A mudança ocorre em meio à avaliação de aliados de que a crise diplomática do ano passado acabou fortalecendo Lula politicamente ao permitir que o petista se apresentasse como principal defensor da soberania nacional diante das pressões americanas, o que acabou servindo como capital político ao petista em um momento em que enfrentava forte rejeição do seu governo. A preocupação da pré-campanha de Flávio, nesse caso, é evitar que o mesmo roteiro se repita neste ano. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.