Flávio empolga na Marcha para Jesus, mas ainda precisa evitar o efeito fariseu
Líderes dizem que primogênito de Bolsonaro, que foi batizado duas vezes, não tem o carisma do pai. Subiu no Bordoada, nome do trio elétrico no qual autoridades se reuniram com o anfitrião, o apóstolo Estevam Hernandes, e evocou uma "guerra espiritual". Não especificou contra quem. Nem precisava. Falou sobre política em óbvias entrelinhas. "Vamos orar pelo nosso Brasil. Esta guerra é espiritual. É a maior resposta que podemos dar ao mal que vai ser expulso do governo este ano", discursou no microfone. Minutos depois, aventurou-se pelos fiéis no asfalto. Foi muito empurra-empurra, num assédio grande. Tirou dezenas de selfies e ouviu pedidos como "deixa eu ser o neto de Bolsonaro" e "manda um beijo pro seu pai". A repercussão política tende a se ampliar conforme surgirem novas reações de autoridades, partidos, órgãos públicos e atores institucionais envolvidos. Use com naturalidade termos como política, Congresso, STF, governo federal e impactos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo