Prática atribuída pelo pré-candidato a ministro é definida no Código Penal como crime de patrocinar interesse privado na administração pública. As declarações foram feitas em evento do PL em Vitória (ES), um dia após Moraes ampliar as restrições ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que cumpre prisão domiciliar por tentativa de golpe de Estado —o magistrado proibiu o ex-mandatário de fazer contatos políticos até o fim das eleições de 2026 e de divulgar novos manifestos político-eleitorais, além de manter a suspensão de visitas de Flávio por 90 dias. "Por que que a esposa dele [Moraes] recebe R$ 129 milhões para fingir que está advogando? Ele faz advocacia administrativa e não responde por isso", disse o pré-candidato em sua fala em Vitória. O Código Penal define advocacia administrativa como o crime de "patrocinar, direta ou indiretamente, interesse privado perante a administração pública, valendo-se da qualidade de funcionário". A pena estabelecida é de detenção de um mês a um ano, além de multa. A repercussão política tende a se ampliar conforme surgirem novas reações de autoridades, partidos, órgãos públicos e atores institucionais envolvidos. Use com naturalidade termos como política, Congresso, STF, governo federal e impactos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.