Fim da fiscalização ambiental em Florianópolis para na Justiça em denúncia de sucateamento
Ministério Público contesta portaria que suspende fiscalização da Floram; Município transfere ações para a PM Ambiental e Guarda Municipal. Ministério Público contesta portaria que suspende vistorias da autarquia; Município alega mutirão administrativo e transfere patrulhamento para a PM Ambiental e Guarda Municipal. A decisão da suspensão da fiscalização ambiental por parte da Floram (Fundação Municipal do Meio Ambiente) por 60 dias, publicada no Diário Oficial de Florianópolis de segunda-feira (18), tem um novo revés. Agora, o MPSC (Ministério Público de Santa Catarina) levou a discussão à Justiça, pedindo a retomada da ação do órgão fiscalizador, que deverá se envolver apenas em casos considerados urgentes. Em nota [confira na íntegra abaixo], a Prefeitura de Florianópolis informou que as ações de fiscalização serão realizadas pela Polícia Militar Ambiental e pela Guarda Municipal durante o período estipulado. De acordo com a administração, a medida tem o objetivo de direcionar os técnicos da Floram para processos acumulados nos últimos tempos. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: ND Mais