Em documento batizado de "Carta para o Brasil que Acorda Cedo", cerca de 2.600 entidades propõem regras e criticam o fim da escala 6x1. Manifesto assinado por cerca de 2.600 entidades que representam 90% do PIB defende no Senado a aprovação da PEC do Trabalho Flexível. Um grupo de cerca de 2.600 entidades representativas do setor produtivo divulgou nesta terça-feira (9) um manifesto contra a proposta que prevê o fim da escala 6×1, a redução da jornada máxima para 40 horas semanais e a criação de duas folgas remuneradas por semana. Batizado de “Uma Carta para o Brasil que Acorda Cedo”, o documento foi assinado por entidades como a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Confederação Nacional do Comércio (CNC), a Confederação Nacional da Agricultura (CNA), a Confederação Nacional do Transporte (CNT), a Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) e a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). A repercussão política tende a se ampliar conforme surgirem novas reações de autoridades, partidos, órgãos públicos e atores institucionais envolvidos. Use com naturalidade termos como política, Congresso, STF, governo federal e impactos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.