De Wall Street ao Vale do Silício, executivos recorrem a filósofos gregos e romanos para decidir sob pressão. EXAME - Negócios, Economia, Tecnologia e Carreira Assinar Entrar Carreira Guia de Carreira FUTURO DO TRABALHO VAGAS DE EMPREGO CARREIRA INTERNACIONAL CONCURSOS MUNDO RH Home Carreira Filosofia como ferramenta de gestão: o que CEOs leem quando não é sobre negócios De Wall Street ao Vale do Silício, executivos recorrem a filósofos gregos e romanos para decidir sob pressão Estudante de Filosofia pesquisa em biblioteca no Mosteiro de São Bento (Mário Tama/Getty Images). A lista de leitura de um CEO costuma ter biografias de fundadores e manuais de gestão. Mas Jack Dorsey, cofundador do Twitter, e Brad Feld, um dos investidores mais influentes do Vale do Silício, têm em comum uma referência bem mais antiga que qualquer best seller de negócios: os dois citam publicamente a filosofia estóica como base para decisões de negócio — não são casos isolados. No mundo da alta liderança, autores mortos há quase dois mil anos, como Marco Aurélio e Epicteto, viraram leitura recorrente entre CEOs, investidores e conselheiros, no lugar do enésimo livro sobre metodologia de gestão. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.