Fundos de Investimento em Direitos Creditórios, os FIDCs, estão ocupando um espaço que antes era exclusivo dos bancos. O crédito no Brasil está passando por uma transformação silenciosa, mas de enorme alcance. Fundos de Investimento em Direitos Creditórios, os FIDCs, estão ocupando um espaço que antes era exclusivo dos bancos — e isso está abrindo tanto oportunidades quanto riscos para quem investe. O tema foi destrinchado no programa Stock Pickers, apresentado por Lucas Collazo, em conversa com João Peixoto Neto, fundador e presidente da Ouro Preto Investimentos, gestora com quase R$ 17 bilhões sob gestão. A lógica por trás do movimento é simples. Historicamente, só os bancos podiam emprestar dinheiro e captar recursos de terceiros. Com o tempo, o mercado de capitais foi absorvendo essas duas funções, permitindo que empresas emitissem debêntures, notas comerciais e outros títulos diretamente para investidores. Os FIDCs são o passo seguinte: transformam carteiras de crédito em fundos acessíveis ao público. “O grande mercado no mundo é o mercado de dívida”, afirmou Peixoto Neto. “Dívida pública e dívida privada. Só que essa dívida privada está saindo de dentro dos bancos e vindo para o mercado de capitais.”. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.