Advogado de credores afirma que proposta é. A primeira depende da obtenção de um financiamento de até R$ 150 milhões na modalidade DIP ("debtor-in-possession"), espécie de empréstimo concedido a empresas em recuperação. A segunda prevê a criação de um fundo que distribuiria cotas aos credores em vez de pagamentos em dinheiro. Foram listadas no plano 40 empresas do grupo organizadas em quatro eixos: holding e financeiro, alimentos, agro e energia/infraestrutura. Na opção A, a Fictor terá até 18 meses para contratar o financiamento DIP. Caso consiga captar os recursos, os pagamentos serão feitos em duas etapas. Microempresas e empresas de pequeno porte teriam prioridade, com limite de R$ 8.000 por credor. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.