Entre os destaques da programação neste ano estão as cantoras Karol Conká e Linn, além da escritora Ana Maria Gonçalves. A proposta do evento é destacar a contribuição dessas mulheres para a sociedade em diversas áreas, com ênfase no papel estratégico das artes e da cultura na promoção da equidade de gênero e raça. Todas as atividades são gratuitas, mediante retirada prévia de ingresso no site do evento. Neste ano, a ideia é discutir o cuidado com a saúde mental dos profissionais da arte e da cultura. A idealizadora do Festival Latinidades, Jaqueline Fernandes, destaca que a intenção não é “tratar a saúde mental apenas a partir da exaustão e do adoecimento”, mas “abrir espaço para falar de felicidade, descanso, prazer, desejo, espiritualidade, comunidade e bem viver”, afirma. "Esse é um pouco do papel do Festival de Latinidades, de transformar conversas antes invisibilizadas em agendas públicas. A gente quer pensar boas práticas e transformar esse ecossistema. O Latinidades, desde sua primeira edição, é esse espaço que ecoa essas conversas", afirma Jaqueline. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.