Lélia foi uma das fundadoras do Movimento Negro Unificado (MNU) e uma das pioneiras do feminismo negro no Brasil. A ativista desenvolveu conceitos como amefricanidade e pretuguês, considerados relevantes para a compreensão das contribuições das matrizes africanas e indígenas na construção da identidade brasileira e latino-americana. O pensamento de Lélia é a inspiração para a programação gratuita que terá o tema Territórios das Palavras. O seu legado influenciará os debates que vão passar, conforme a organização, pela literatura, relações raciais, feminismos, memória, educação, oralidade, diversidade, políticas culturais e formação de leitores. “A gente queria muito que a pessoa homenageada fosse uma mulher que dialogasse com temas importantes. Trazer territórios, negritude, pensamentos contemporâneos ainda muito pertinentes era muito importante para a gente e, a partir de Lélia, a gente chega na temática dos Territórios das Palavras para poder confluir as ideias”, apontou o coordenador artístico da Flin, Jackson Jacques em entrevista à Agência Brasil. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.