Um impasse judicial da venda fraudulenta de uma Ferrari SF90 Stradale Assetto Fiorano, avaliada em R$ 4 milhões, mobiliza a Justiça de São. Seu resumo inteligente do mundo tech! Assine a newsletter do Canaltech e receba notícias e reviews sobre tecnologia em primeira mão. E-mail inscreva-se Confirmo que li, aceito e concordo com os Termos de Uso e Política de Privacidade do Canaltech. Jannis Lucas/Unsplash/CC Um impasse judicial da venda fraudulenta de uma Ferrari SF90 Stradale Assetto Fiorano, avaliada em R$ 4 milhões, mobiliza a Justiça de São Paulo e o Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC). Tudo começou quando o empresário Leonardo Rodrigues, o proprietário original do supercarro, entregou o veículo em uma transação intermediada. O problema? Os três cheques que somavam R$ 1,8 milhão e um relógio de luxo da marca Richard Mille, que o pagamento, eram falsos. Para completar, a SF90 é a única no Brasil na configuração em questão. Segundo a apuração do Uol Carros, a defesa de Rodrigues afirma que as tratativas foram conduzidas por Carlos Eduardo Barbosa, intermediário que atuava em nome da empresa de Boris Maciel Padilha. O operador confessou em depoimento policial que tinha ciência de que os cheques eram sem fundo e de que o relógio era uma réplica, e justificou a participação no esquema por problemas financeiros. Por outro lado, a defesa de Padilha sustenta que a compra foi regular, que as cautelas de praxe foram tomadas e que o empresário atua no mercado de altíssimo padrão há três décadas sem histórico de irregularidades. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.