Fazenda propõe linha para dívida rural com juros de 6% ao ano por meio de bancos
Agronegócio diz que proposta é mais cara e restrita; senadores ainda tentam chegar a acordo. A modelagem desagradou ao setor do agronegócio por ter excluído o Fundo Social do pré-sal e o acesso a outros fundos públicos. Na visão da indústria, isso reduziria os riscos, melhorando as condições para produtores contratarem as renegociações. Os juros propostos pelo governo também são mais altos do que o previsto pelo senador Renan Calheiros (MDB-AL) no projeto de lei em discussão na CAE (Comissão de Assuntos Econômicos) do Senado, de 3,5% a 7,5%. Havia previsão de que a proposta fosse votada na manhã desta quarta no colegiado, mas as discussões foram adiadas para que os senadores envolvidos na negociação chegassem a algum acordo. Além de Calheiros, a vice-presidente da FPA (Frente Paralamentar da Agropecuária), senadora Tereza Cristina (PP-MS), tem conversado com a Fazenda. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo