Familiares relatam tentativas de suicídio de militares a bordo de porta-aviões dos EUA
Secretário de Defesa americano rebate acusações de má condição de trabalho, e Marinha diz oferecer apoio psicológico. Dois veículos americanos especializados em assuntos militares, o Navy Times e o Stars and Stripes, noticiaram nesta semana tentativas de suicídio a bordo do navio, que conta com 5.000 tripulantes e está no mar desde novembro de 2025. Trata-se de um período extremamente longo sem aportar: em condições de paz, navios da Marinha americana costumam visitar um porto a cada 45 dias. Durante operações militares, o período entre visitas a portos amigos costuma ser de, no máximo, seis meses. O porta-aviões está desde janeiro no Oriente Médio, participando da guerra dos EUA contra o Irã. "Garantimos que cada navio, cada tripulação, cada capitão tenha tudo o que podemos oferecer a eles a cada momento. Algumas missões são mais longas do que outras, e tenho mais respeito e gratidão por esses marinheiros do que por qualquer outra pessoa. O que eles fazem em alto mar, nessas condições austeras e com menos escalas em portos é incrível", disse Hegseth. O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo