OUTRO LADO: Iamspe afirma que lamenta o ocorrido e que abriu procedimento para investigar o caso. Salete Moura da Silva, 45, filha da paciente, conta que a mãe era deixada muitas horas em uma mesma posição, nem ninguém que a movesse, além de ficar com a mesma fralda e sem outros cuidados de higiene por longos períodos. Maria Marta descobriu um câncer de endométrio em 2022. Realizou consultas, quimioterapia, radioterapia e cirurgia no Hospital do Servidor. Três anos depois, recebeu o diagnóstico de metástase linfática e reiniciou o tratamento. A doença, porém, não parou de avançar. No último dia 9 de junho, durante uma sessão de quimioterapia, a paciente sofreu um AVC (acidente vascular cerebral). "Ela perdeu a força da mão, os movimentos de um lado do corpo, a boca entortou. Minha mãe não falava", diz. A filha conta que a mãe então foi levada para a emergência do pronto-socorro e que um novo AVC ocorreu naquela madrugada. "Ela ficou no setor por mais de 48 horas", afirma Salete, que é enfermeira. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.