Fachin afirma que IA no Direito deve ser subordinado à proteção da pessoa humana
Presidente do STF defendeu a necessidade de manter o ser humano no "centro de toda e qualquer decisão moral". 4 dez. 2025 - Ministro Edson Fachin em sessão plenária do Supremo Tribunal Federal (STF). Foto: Antonio Augusto/STF Publicidade. O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, afirmou nesta segunda-feira, 15, que o Direito não deve ficar sujeito às possibilidades do uso de inteligência artificial (IA), mas orientá-lo de forma a preservar a dignidade humana. Na abertura da décima Jornada de Direito Civil, promovida pelo Conselho da Justiça Federal (CJF) em Brasília, o ministro afirmou que, em um contexto em que os algoritmos passaram a influenciar processos como concessão de crédito, circulação de informações, processos seletivos para empregos e formação de reputações, o direito é chamado a “reafirmar sua função humanista”. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney