Exposição sobre Burle Marx espelha a diáspora judaica ao representar plantas exóticas
Mostra no Museu Judaico une pinturas e projetos do paisagista. É desse debate sobre pluralidade que parte a exposição " Plantas em Movimento " ao reunir desenhos e quadros do paisagista no Museu Judaico, em São Paulo. Sem ordem cronológica, a mostra permite andar livremente pelas folhas, caules e troncos retratados por Burle Marx, em uma dinâmica próxima à que ele propunha entre o homem e o espaço. Isso porque seu trabalho aproximava a natureza e o universo urbano, independentemente das origens ou de hierarquias entre vegetais mais ou menos nobres. "Ele estendeu a nobreza a espécies brasileiras, num tempo em que predominavam jardins ingleses e franceses", explica o arquiteto Guilherme Wisnik, que assina a curadoria junto de Isabela Ono. "Ia na contramão das fachadas das casas europeias e trazia à frente o que ficava no fundo do quintal.". No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo