Duas novas medidas ainda serão alvo de consulta pública antes de entrarem em vigor, o que só deve acontecer no mês que vem. Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante Encontro com o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante o 47ª Cúpula da Associação de Nações do Sudeste Asiático - ASEAN em Kuala Lampur, Malásia | Foto: Ricardo Stuckert / para Publicidade. O novo tarifaço proposto pelos Estados Unidos sobre as exportações do Brasil devem se somar e submeter pelo menos parte da pauta exportadora a uma alíquota de importação de 37,5%. Esse percentual se refere à taxa de 25% imposta às mercadorias brasileiras em virtude de uma investigação específica sobre práticas “injustas” brasileiras e à tarifa de 12,5% aplicada devido a falhas na proibição de importação de produtos fabricados com trabalho forçado, que atinge 60 países, inclusive o Brasil. A última foi anunciada nesta terça-feira e ainda está sendo analisada por autoridades e especialistas do mercado para verificar a amplitude das exceções previstas. De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), a taxação relativa a práticas “injustas” do Brasil que afetam o comércio dos EUA deve atingir 21% da pauta exportadora. As duas medidas ainda serão alvo de consulta pública antes de entrarem em vigor, o que só deve acontecer no mês que vem. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.