Head de alocação do escritório reconhece que o CDI é, hoje, uma oportunidade. Mas há outras que também devem estar no radar do investidor. A diversificação é um conceito básico para a construção de uma carteira de investimentos sustentável. Mas um cenário de Selic a 14,25% ao ano — um dos maiores patamares das últimas décadas — pode dificultar a adoção da prática. Isso porque a taxa de juros é referência para o CDI (Certificado de Depósito Interbancário), que define a rentabilidade de aplicações de renda fixa. “O grande desafio é convencer seu cliente (o investidor) de que existe vida além do CDI com a taxa Selic nesse patamar elevado”, confirma Ana Paula Milanez, sócia da Guelt Investimentos, escritório reconhecido na última edição do B2B XPerience como destaque em curadoria de alocação. “É um desafio convencer o cliente de que ele precisa de uma carteira com participação em várias classes de ativos, não só como proteção, mas também como oportunidade”, complementa. Leia também: XP reconhece escritórios parceiros por trajetória e excelência no atendimento. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.