Caetano chegou da escola com medo de ser separado dos pais após um colega ameaçar chamar a polícia para deportá-los. Maranhão mora há 3 anos e meio em Potsdam, no leste do país, com o filho e o marido, o ex-judoca Luciano Corrêa. Caetano está no 1º ano da escola primária e, no último sábado (9), confessou à mãe que havia sofrido um ataque xenofóbico no dia anterior. "Ele me contou que um colega da escola tinha chegado para ele e dito que iria chamar a polícia para mandar o pai e a mãe dele de volta para o país deles", relata Maranhão. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.