Ex-estagiário ligado ao PCC se infiltrou no Ministério Público de São Paulo para cometer
Suspeito usou sistemas da Promotoria para identificar criminosos e extorquir dinheiro em troca de suposta proteção em investigações, de acordo com Gaeco. Além dele, foram presos um ex-policial civil e um chefe de investigadores da Polícia Civil. Eles são investigados sob suspeita de serem infiltrados do PCC (Primeiro Comando da Capital) na polícia e na Promotoria, e envolvimento em plano de atentado para matar Amauri Silveira Filho, promotor de Justiça do Gaeco. O ex-estagiário, segundo a investigação, teria se infiltrado, de forma planejada, em uma das Promotorias de Justiça Criminais de Campinas para fins criminosos. Questionada, por email, sobre a atuação do ex-estagiário na manhã desta terça-feira, a Promotoria ainda não se manifestou. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo