Carlos Baptista Junior afirma que temia ruptura dentro do Exército e descreve reuniões em que comandantes militares foram pressionados após a derrota eleitoral. O ex-comandante da Força Aérea Brasileira Carlos Baptista Junior afirma que o risco de ruptura institucional após a eleição presidencial de 2022 foi “iminente” e que uma de suas maiores preocupações era a possibilidade de divisão dentro do Exército. Os relatos aparecem no livro Eu disse não – Uma trincheira antigolpista, que será lançado em setembro pela Editora Autêntica, e foram detalhados pelo brigadeiro da reserva em entrevista à Folha de S.Paulo. Baptista Junior descreve uma sequência de reuniões realizadas depois da vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), nas quais Jair Bolsonaro (PL) pressionou os comandantes das Forças Armadas em busca de alternativas para impedir a posse do presidente eleito. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.