Lloyd Blankfein contesta a ideia de que genialidade ou diplomas de elite garantem sucesso; é preciso também ter curiosidade e disposição. Lloyd Blankfein, ex-CEO do Goldman Sachs (Foto: Bloomberg/Getty Images/Fortune) Publicidade. Somando-se ao coro de outros CEOs, o ex-líder do Goldman Sachs Lloyd Blankfein está desfazendo o mito de que um diploma da Ivy League (universidades top dos EUA, como Harvard ou Princeton) ou um intelecto extraordinário é pré-requisito para o sucesso. É um padrão que ele observou ao longo de décadas de carreira no setor bancário, chegando ao topo da liderança executiva de um dos maiores bancos do mundo. “Conheci pessoas que trabalharam duro, que se saíram bem, que tiveram oportunidades de sorte — e é justo dar crédito, porque aproveitaram essas oportunidades —, mas não eram gênios”, disse Blankfein recentemente à CNBC International. “Elas simplesmente se dedicaram, mantiveram os ouvidos atentos, tinham curiosidade sobre o ambiente ao redor, perceberam coisas e passaram por pequenas portas que outras pessoas não teriam visto.”. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.