Eventual proteção a fundos de pensão pelo FGC pode distorcer mecanismo, diz Galípolo
Comentários se referem a proposta que estabelece proteção do FGC a aportes feitos por fundos de pensão de Estados e municípios no liquidado Banco Master, com efeito retroativo. Presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, participa de uma coletiva de imprensa na sede do banco em Brasília, Brasil, em 26 de março de 2026. REUTERS/Adriano Machado Publicidade. BRASÍLIA, 25 Mai (Reuters) – O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, disse nesta segunda-feira ter receio de que uma eventual inclusão de fundos de pensão no rol de atores protegidos pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC) possa gerar uma distorção do mecanismo. Em entrevista coletiva para comentar relatório sobre estabilidade financeira, Galípolo afirmou que fundos de pensão são geridos por investidores profissionais, o que foge do foco do seguro oferecido pelo FGC. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney