Projeto em torno da ilha de Minamitorishima busca explorar gigantescas reservas de terras raras no fundo do Pacífico e reduzir a dependência global da China em minerais. Ativos mencionados na matéria Imagem de satélite de Minamitorishima, parte das Ilhas Ogasawara. Fonte: Gallo Images/Orbital Horizon/Copernicus Sentinel Data 2024/Getty Images Publicidade. Quando o presidente Donald Trump se reuniu com a primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, em março, na Casa Branca, pouca atenção foi dada às discussões sobre uma minúscula ilha japonesa no Oceano Pacífico — pequena demais para visitantes humanos, mas habitada por caracóis perigosos. Minamitorishima, um pontinho de terra plano como uma panqueca, do tamanho de alguns quarteirões, com pouco mais que uma estação meteorológica e uma pista de pouso, fica a mais de 1.600 km a sudeste de Tóquio. A ilha também está situada sobre depósitos de terras raras em águas profundas — que poderiam “atender séculos de demanda industrial”, segundo um comunicado conjunto EUA-Japão sobre cooperação para considerar a mineração dessas reservas, divulgado após a cúpula. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.