EUA deixam aberta janela histórica em títulos de renda fixa em dólar
Especialistas apontam oportunidades em títulos soberanos e corporativos nos EUA, mas alertam para risco cambial e liquidez; veja as recomendações. O Federal Reserve decidiu nesta quarta-feira (17) manter a taxa básica de juros dos Estados Unidos na faixa entre 3,50% e 3,75% ao ano, decisão amplamente precificada pelos mercados. Mais do que o movimento em si, a atenção dos investidores se volta para a postura de Kevin Warsh à frente do banco central americano, que deve definir o rumo da renda fixa global nos próximos meses. Com o acordo entre Estados Unidos e Irã para o fim da guerra no Oriente Médio, o petróleo voltou a cair, assim como a curva de juros americana. Para quem busca exposição internacional, porém, a leitura ainda é positiva: a renda fixa global segue pagando como poucas vezes na história. Shinichiro Fukui, gestor de renda fixa e sócio da Stratton Capital, explica que a ameaça de menor oferta de energia vinha empurrando a curva de juros para cima. Junto com ela, os spreads pagos pelas empresas também subiram, o que fez muitos papéis, sobretudo os de vencimento mais longo, perderem valor. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney