EUA de Trump integram lista de escândalos envolvendo sedes das Copas do Mundo
País repete Argentina de Jorge Rafael Videla e Itália de Benito Mussolini. Em entrevista a jornalistas na Casa Branca na última segunda-feira (6), o presidente dos Estados Unidos admitiu ter pedido a revisão do cartão vermelho que tiraria Balogun do duelo contra a Bélgica, pelas oitavas de final. Gianni Infantino, presidente da Fifa, confirmou a ligação de Trump. Existem ao menos cinco episódios que são lembrados com frequência por torcedores e pela imprensa como manchas na história das Copas do Mundo —seja por interferência política, seja por leniência da arbitragem com a seleção anfitriã. O torneio deste ano chega à 23ª edição e foi disputado pela primeira vez em 1930, no Uruguai. A equipe celeste, primeira a levantar o caneco, segue como a única seleção campeã a não participar de uma edição seguinte. No caso, sediada pela Itália fascista e alvo de boicote sul-americano —exceto Brasil e Argentina. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo