Casa Branca lista mais de 40 países com risco elevado de transbordo ilegal de mercadorias chinesas e anuncia sistema de inteligência artificial para reforçar a fiscalização. O governo Trump está desenvolvendo uma “fronteira detetive” movida por inteligência artificial para reprimir parceiros comerciais suspeitos de ajudar a China a contornar as tarifas sobre importações para os Estados Unidos. Em relatório divulgado nesta quinta-feira, o Escritório de Política Comercial e de Manufatura da Casa Branca acusou dezenas de países de integrarem uma “rede paralela de transbordo” da China, classificando-os “de acordo com a escala do comércio ligado à China, a profundidade de sua integração econômica com o país e as vulnerabilidades que os tornam suscetíveis a atividades de redirecionamento de mercadorias”. Os valores dessas mercadorias, descritas como produtos que passam por terceiros países para escapar de tarifas e outras medidas comerciais, foram estimados com base em análises de duas fontes governamentais e três do setor privado. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.