"Eu não seria comprador": Dimon aponta riscos nos títulos públicos americanos
Em podcast, CEO do JPMorgan justifica a cautela com renda fixa longa citando paralelo com a inflação dos anos 1970 e diz que a inteligência artificial deve gerar retorno, mas não. CEO do JPMorgan Chase, Jamie Dimon 22/09/2022 REUTERS/Evelyn Hockstein Publicidade. Jamie Dimon, presidente e CEO do JPMorgan Chase, voltou a expressar cautela com a renda fixa de prazo mais longo nos Estados Unidos. Em participação no “The Master Investor Podcast”, apresentado por Wilfred Frost e publicada nesta terça-feira (21), o executivo não pestanejou ao ser questionado sobre os títulos do Tesouro americano de vencimentos mais distantes: “Eu não seria comprador.”. O executivo traçou um paralelo com a espiral inflacionária vivida pelo país nos anos 1970 para justificar a cautela. Na avaliação dele, os investidores podem estar subestimando uma combinação de riscos que inclui déficits fiscais recordes do governo americano, uma trajetória de juros em alta e um cenário geopolítico cada vez mais instável. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney