Estudo mostra que nova norma para gás de cozinha favorece crime organizado
Com a justificativa de ampliar a concorrência, mudanças em análise na ANP liberariam envaze para terceiros e venda fracionada no botijão. Essa nova abordagem acadêmica, que busca monitorar o risco de organizações criminosas no ambiente empresarial, considera o avanço das fações na economia formal, explica Leandro Piquet Carneiro, um dos autores do estudo e coordenador acadêmico da ESEM-USP. Vinte anos após realizar o maior ataque às forças de segurança de São Paulo, o PCC, por exemplo, não influencia apenas pequenos negócios na periferia. Ingressou em vários outros setores, como imobiliário, concessões públicas de ônibus e de lixo, combustível e até na área financeira, para citar alguns exemplos. "O nosso trabalho coloca na discussão um agente econômico relevante, porque é isso que facções e milícias se tornaram. O crime organizado está entre nós e já concorre com as empresas de alguns setores", explica Carneiro. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo