Greenpeace Brasil diz que permissões fraudulentas foram responsáveis pela comercialização de 25,3 toneladas de ouro, o que equivale a aproximadamente R$ 18,4 bilhões. Alto Alegre (Roraima), Áreas de garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami vistas em sobrevoo ao longo do rio Mucajaí. Foto: (Fernando Frazão/Agência Brasil) Publicidade. A Permissão de Lavra Garimpeira (PLG), um instrumento que deveria funcionar como regulamentação do garimpo artesanal, tem sido usado como fachada para fraudes em larga escala na atividade no Brasil. Essa é uma das conclusões de um estudo que o Greenpeace Brasil vai publicar na íntegra nesta segunda-feira (1º de junho). A investigação da organização informou ter analisado 187 processos minerários nos estados do Pará, Mato Grosso e Rondônia entre 2018 e 2026 e que encontrou um quadro “alarmante”: desses processos, 98 são PLGs que apresentaram irregularidades graves, concentrando 97% de todo o ouro declarado na amostra. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.