Estudo aponta redução da obesidade nos EUA pela primeira vez em anos
Canetas emagrecedoras avançam e entram no centro do debate científico. "Estamos vendo sinais de que haverá uma virada", disse Benjamin Rader, epidemiologista do Hospital Infantil de Boston e da Faculdade de Medicina de Harvard, que pesquisa tendências de saúde por meio de grandes bases de dados. Em 2024, ele e seus colegas publicaram um estudo baseado em dados de mais de 16 milhões de adultos que sugeriu uma queda na prevalência da obesidade em 2023, pela primeira vez em mais de dez anos. A Pesquisa Nacional de Exame de Saúde e Nutrição (National Health and Nutrition Examination Survey) também indicou uma ligeira redução entre 2021 e 2023. Levantamentos mais recentes também apresentaram evidências de queda nos números. A queda ocorre em um momento em que uma série de novos medicamentos, usados por algumas pessoas para perda de peso, chegou ao mercado. O uso dos agonistas do receptor de GLP-1 Ozempic, Wegovy e Mounjaro cresceu rapidamente nos últimos anos nos EUA, com o número de prescrições mais que quadruplicando entre 2021 e o início de 2026. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo