Pesquisa da Opera mostra que alunos buscam respostas mais confiáveis e explicações. Realizado com mais de 2.400 estudantes brasileiros, entre 17 de abril e 5 de junho via formulário online, distribuídos entre as faixas etárias de até 14 anos, 15 a 17 anos, 18 a 24 anos, 25 a 34 anos e 35 anos ou mais, o levantamento mostra que 71% dos entrevistados afirmam que a IA ajuda na compreensão dos conteúdos ou que seus efeitos variam conforme a maneira como é utilizada. Ao mesmo tempo, apenas 5% dizem ter recebido orientação formal de suas instituições sobre como utilizar a ferramenta, enquanto 40% afirmam nunca ter recebido qualquer orientação. Em vez de ser usada apenas como um atalho para concluir tarefas, os entrevistados no levantamento demonstram preocupação com a qualidade das respostas e interesse em compreender como elas são construídas. Para especialistas, isso indica que o desafio atual deixou de ser a presença da IA nas salas de aulas e passou a ser ensinar como utilizar a ferramenta de forma crítica. "A inteligência artificial pode apoiar o processo de aprendizagem, mas isso depende de como ela é usada. Quando bem orientada, ela pode ajudar o estudante a desenvolver autonomia, revisar conteúdos e identificar lacunas de compreensão. O ponto central não é substituir o esforço do aluno, mas potencializar o aprendizado", afirma Juliana Psaros, diretora regional da Opera no Brasil. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.