Autoridades declararam região uma. Em La Guaira, quarteirões inteiros foram devastados, e as autoridades declararam a região uma "zona de desastre". Alguns prédios continuam de pé, com rachaduras e estruturas expostas. Outros, no entanto, foram completamente destruídos. Em parte do estado, não havia energia elétrica na manhã desta quinta (25), e milhares de moradores passaram a noite nas ruas, com lanternas, temendo mais réplicas. Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 provocaram a morte de ao menos 164 pessoas, segundo as autoridades venezuelanas. Mas os balanços iniciais, que contabilizam ainda quase mil feridos, não incluem os dados de La Guaira, onde a extensão total do desastre é tão grande que ainda estava sendo avaliada, de acordo com a rede britânica BBC. No estado, mais de cem edifícios desabaram, segundo o Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (Ocha, na sigla em inglês). Socorristas relataram à imprensa local que a ajuda federal ainda não chegou. "O que está faltando é ajuda, principalmente equipamentos técnicos. As equipes de Caracas sabem quais ferramentas usar e poderiam vir apoiar aqui em La Guaira", afirmou à agência AFP José Pacheco, 52, chefe de operações do Grupo Rescate Unido de Venezuela. Com três décadas de experiência, ele diz que nunca viu algo parecido. O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.