CEO da Azul destaca que companhia saiu mais forte do Chapter 11, mira desalavancagem e aposta em receitas além da aviação para atrair investidores. Ativos mencionados na matéria John Rodgerson, CEO da Azul (Divulgação) Publicidade. Poucos meses após concluir seu processo de reestruturação financeira nos Estados Unidos, a Azul ( AZUL3 ) inicia uma nova etapa de sua história. A companhia quer mostrar que saiu do Chapter 11 mais forte, com menor endividamento, maior diversificação de receitas e um balanço mais preparado para enfrentar as turbulências que tradicionalmente afetam o setor aéreo. A mensagem do CEO John Rodgerson é direta: “a Azul está de volta”. Em entrevista ao InfoMoney, o executivo afirmou que a reestruturação permitiu à companhia alcançar um nível de alavancagem inferior ao registrado antes da pandemia. Segundo Rodgerson, quando a Azul atingiu seu pico de valor de mercado em 2019, a alavancagem era de cerca de três vezes. Hoje, mesmo com o dólar em um patamar muito mais elevado, o indicador está em 2,4 vezes. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.