Espriella emula na Colômbia símbolos usados por Bolsonaro e Bukele
Advogado de ultradireita fez da camisa da seleção colombiana uma identidade para apoiadores em seus comícios. 1º.jun.2026 às 23h00 Edição Impressa Diminuir fonte Aumentar fonte Ouvir o texto Daniela Arcanjo Buenos Aires Milhares de pessoas vestindo a camisa amarela da seleção se reúnem em um comício para ouvir seu candidato discursar. Ele acaba de passar para o segundo turno das eleições após derrotar o adversário de esquerda, surpreendendo analistas que o consideravam inadequado demais para ser levado a sério. Atrás do palco, um telão exibe imagens do político prestando continência. A cena ocorreu neste domingo (31) em Barranquilla. Foi ali que o advogado Abelardo de la Espriella comemorou a vantagem de quase três pontos percentuais sobre o veterano Iván Cepeda, candidato apoiado pelo presidente Gustavo Petro, contrariando o que indicavam as principais pesquisas de intenção de voto para este primeiro turno. Assim como ele, uma multidão usava a tradicional camisa da Colômbia, amarela, com listras vermelhas e gola azul. Os apoiadores respondiam a um chamado de Espriella, que adotou a estratégia no comício de encerramento da sua campanha, há pouco mais de uma semana. O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo