Esforço fiscal para estabilizar dívida pode chegar a 4% do PIB, diz UBS
Próximo governo, que assumirá em 2027, precisará sinalizar uma geração persistente de superávits primários se quiser mudar a percepção sobre a dinâmica da dívida pública. O esforço fiscal necessário para estabilização da dívida no Brasil permanece elevado em um cenário caracterizado por juros reais estruturalmente altos e crescimento potencial relativamente modesto. Assim, o próximo governo, que assumirá em 2027, precisará sinalizar uma geração persistente de superávits primários se quiser mudar a percepção sobre a dinâmica da dívida pública. A conclusão está em relatório do UBS Global Wealth Management, assinado pela diretora de macroeconomia para o Brasil, Solange Srour. Segundo o texto de Srour e equipe, as simulações sugerem que, sob hipóteses de crescimento do PIB próximas de 2%, o esforço fiscal fica entre 2,2% (com os juros nominais em 10%) e 4,0% (com a Selic em 13%). Numa projeção de juros nominais ao redor de 12%, o superávit primário estabilizador aproxima-se de 3,4% do PIB. Os exercícios realizados no estudo utilizaram como ponto de partida uma dívida bruta próxima de 79% do PIB no fim de 2025. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney