Colégios limitam horários e estabelecem critérios de raridade para organizar negociações entre alunos. É o caso do colégio Villare, em São Caetano do Sul, onde as trocas só podem ocorrer às segundas e sextas-feiras, para não atrapalhar a rotina. As normas foram discutidas em sala e depois aprovadas em assembleia, com participação dos estudantes. "Nos estamos entendendo que tem temáticas das quais a escola não pode se abster. A gente não pode ser um mundo à parte do que está fora da instituição", diz a orientadora educacional do Villare, Silvia Gallo. Segundo ela, os alunos buscam equilíbrio nas trocas para evitar que alguém se sinta prejudicado. A criação de regras para as brincadeiras com as figurinhas não é inédita. Em 2018, a escola só interveio depois que surgiram conflitos por trocas consideradas injustas. Em 2022, antecipou o problema e definiu normas antes da circulação do álbum. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.