Erika Hilton e entidade de direitos digitais pedem investigação de mapa do Instagram
OUTRO LADO: Meta diz que recurso foi disponibilizado por acidente e já está suspensão. Após a petição da parlamentar, a Meta tirou o mapa do ar e informou que o recurso ficou disponível por acidente. "O Mapa do Instagram não está atualmente disponível nesta região. A funcionalidade ficou acidentalmente acessível e já foi desligada. Usuários no Brasil não podem mais acessar ou compartilhar sua localização no Mapa do Instagram", disse a big tech, por meio da assessoria. Hilton e a Ctrl+Z afirmam que o mapa do Instagram induz os usuários a tomar decisões contra a própria vontade. Um dos argumentos é o fato de o Instagram apresentar as opções de não compartilhamento sempre por último. Essa prática é chamada de dark pattern e consiste em ordenar informações de modo a prejudicar a capacidade de consentimento do usuário. "O posicionamento de 'ninguém' como última opção é um dark pattern clássico que induz o usuário ao compartilhamento. Aqui, a Meta usa linguagem de proteção para mascarar um design que empurra ativamente para o compartilhamento", diz a Ctrl+Z na petição, direcionada à Senacon (Secretaria Nacional do Consumidor) e à Secretaria Nacional de Direitos Digitais —órgãos do Ministério da Justiça. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo