Entidades pedem participação em processo que acusa Universal de assédio judicial contra
Ministério Público diz que igreja organizou ações em massa para dificultar defesa de João Paulo Cuenca; instituição religiosa nega. O caso trata da reação a uma publicação de Cuenca em 2020 nas redes sociais, quando ele escreveu: o "brasileiro só será livre quando o último Bolsonaro for enforcado nas tripas do último pastor da Igreja Universal". O comentário era uma paráfrase de uma citação de Jean Meslier, francês do início do século 18. O texto original dizia que "o homem só será livre quando o último rei for enforcado nas tripas do último padre". O jornalista foi alvo de mais de uma centena de ações judiciais em todo o país. O movimento, segundo o MPF, foi organizado e promovido pela Universal com pastores para dificultar a defesa. A igreja nega. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo